O blog do Cavaleiro Maker

Games Quebrando Barreiras

Postado por Eduardo Botelho Em quinta-feira, 17 de junho de 2010 0 comentários

Well, aqui estou de novo, e desta vez para falar de algo interessante, talvez não muito para gamers viciados, mas para um público geral: Os jogos de hoje em dia não são apenas jogos.

É o que o professor diz...


Antigamente, jogos eram um lazer, um passatempo. Hoje, ainda são, mas tem algo a mais. Alguns tem um toque de filme, aquela sensação de cinema. Outros podem ser considerados como uma arte à parte de tudo o que já existe. Por fim, há jogos educativos, o que não quer dizer que sejam chatos, já que ensinam de formas diferentes.

Como exemplo de cinema em casa, há o famigerado game Metal Gear. Por toda a série, há momentos onde o jogador pode simplesmente largar o controle de lado, preparar uma grande panela de pipoca, comprar um refrigerante (tudo isso durante a cena) e assistir às longas CG's. Quer mais semelhança com filmes do que isso? Mas Kojima, criador da saga, ainda foi além, colocando no início do jogo os "atores" que interpretam cada personagem (David Hayter deve sua fama a ele...), e elaborando tramas que deixam muitos sucessos da telona no chinelo.

Mas se copiar uma arte existente não te agrada, tenho a solução: KIBATOR PLUS TABAJARA Jogos que criam um novo conceito de arte, a arte digital. Basta ver os belíssimos (e enormes) cenários de jogos como Final Fantasy XII e a música e o mundo cativantes de Shadow of The Colossus. Este último é um show digno de ser aprecidado. Jogue lentamente. Perceba os detalhes, a flora e fauna do ambiente. Voe, mergulhe, corra, cavalgue, escale. Tudo ao som de uma orquestra maravilhosa, e que cresce nos momentos de tensão, causa tristeza e medo, mas inspira a coragem do herói, e dá alegria.

Por fim, os jogos educativos eram vistos com maus olhos pelos jogadores hardcore, mas atualmente (embora não sejam realmente jogos educativos, mas podem ter algum conteúdo desse tipo) são amados. Aprendi muito sobre a hisória romana jogando Shadow of Rome. Aprendi alguma coisa com Bully (não me refiro às travessuras, brigas e vandalismo, e sim às aulas de inglês, onde descobri palavras que antes não conhecia). Outro jogo que eu recomendo é o Scribblenauts (Nintendo DS). Sua característica de puzzle força o jogador a pensar de forma criativa para resolver certo problema numa fase.

Bem., no mais é isso. Só pra terminar a matéria, e comprovar que os jogos não são apenas joguinhos, uma matéria no GloboEsporte.com diz que muitos atletas da vida real usam videogame como treino (assim como eu tentava usar o Guitar Hero para treinar minhas habilidades musicais, mas não deu certo porque eu preciso de uma guitarra primeiro...). Ou seja, você que é um mestre em PES/FIFA ainda pode se tornar um astro do futebol (ah, tá...)

SeeYa!

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