Well, aqui estou de novo, e desta vez para falar de algo interessante, talvez não muito para gamers viciados, mas para um público geral: Os jogos de hoje em dia não são apenas jogos.
Ufa. Depois de algum (muito) tempo sem postar, eu resolvi aparecer por aqui novamente pra balançar essa bodega (acho que nenhum ser humano normal diz isso...). Mas hoje, diferente dos outros posts, eu vou escrever sobre um assunto relacionado aos jogos, mas não necessariamente será uma análise ou matéria especial (ou coisa do tipo). Não, crianças. Hoje vou escrever sobre a classificação etária dos jogos.
Finalmente, decidi terminar a série especial sobre a série de terror psicológico, Silent Hill, com o jogo mais psicológico da série: Silent Hill: Shattered Memories, uma releitura do primeiro jogo (na verdade não, mas vocês sabem que eu não gosto de spoilers...). Só um alerta: Este jogo foi desenvolvido para Nintendo Wii, logo a mecânica do jogo é bem semelhante aos outros da mesma plataforma. Enjoy!
Tudo bem pessoal? Hoje eu vou fazer uma análise de mais um jogo da série Silent Hill. O jogo da vez será o Silent Hill: Origins (ou Silent Hill Ø / Zero), que conta uma história muito anterior à do primeiro jogo.
Well, aqui estou novamente para continuar as matérias sobre a série de games de terror mais bacana que existe (Opa! Lembre-se de ser imparcial...). A análise 3/5 (ou seja, a de hoje) vai falar sobre o jogo mais "diferente" da franquia.
Só como curiosidade: The Room seria um jogo paralelo à serie principal, apenas mais tarde a Konami decidiu criar certas partes que ligassem o jogo aos demais. Por esse motivo, talvez, este jogo seja tão diferenciado dos demais. Dito isso...
Como já falei anteriormente, não vou estar comentando SH2, por falta de recursos (leia-se não tenho o jogo...), mas de certa forma, foi bom, já que eu posso escrever sobre SH3, que é uma sequência dos eventos do primeiro jogo, enquanto eu tento adquirir o famigerado segundo jogo. Assim sendo, vamos lá:
Como prometido, vou começar a escrever sobre essa série incrível, e nada melhor que começar pelo primeiro jogo, não apenas por ser o primeiro, mas também por influenciar grandemente quase todos os outros jogos da série. (exceto SH2, 4 e Homecoming)
Desculpem pelo sumiço, mas estive sem tempo de estar escrevendo algo aqui.
Queria continuar as matérias sobre games de Terror, com o já citado Silent Hill, mas percebi que todos os jogos tem uma forte ligação, logo não poderia escrever sobre apenas um deles (minha intenção era usar o SH3, mas é completamente dependente do primeiro...) . Então resolvi fazer uma matéria especial sobre toda a saga, que (infelizamente) não será postada hoje, mas depois, e um após o outro (exceto SH2, considerado por muitos como o melhor, e o único que não joguei, então não tem como analisar...). Estarei em breve escrevendo sobre os jogos nesta ordem: SH, SH3, SH4, SH0 (ou Origins) e finalmente o mais recente, SH: Shattered Memories (que também tem forte ligação com SH e SH3). Apenas para deixar com aquele gostinho de água na boca, vou deixar um trecho da história de Silent Hill.
Já que eu estive falando no meu último post dia 28/04/10 sobre Alone in the Dark, pensei em continuar falando sobre Survival Horror, e se o último me decepcionou, agora vou falar sobre um jogo que me surpreendeu. Se tinha boas expectativas sobre esse jogo, ele superou tudo o que eu imaginava...
Well, aqui estou de novo, dessa vez pra escrever alguma coisa que faça sentido. Como já disse em posts anteriores, as análises feitas aqui no blog tem como base unicamente a minha pequena experiência gamer. Caso queira reclamar, sugerir, discutir ou xingar a mãe, sinta-se a vontade, mas não use a minha inexperiência como desculpa, pois já avisei com antecedência. Ditos os fatos, vamos ao texto:





